Paulo Guedes: apertar botão da calamidade só traria instabilidade | VEJA

Paulo Guedes: apertar botão da calamidade só traria instabilidade

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse hoje em live na XP que apertar o botão da calamidade pública, previsto na lei que surgiu da PEC Emergencial, em vez de ser um sinal de estabilidade teria o efeito contrário.  Isso porque, segundo Guedes, a utilidade do botão seria para segurar salários dos servidores públicos, que já estão travados nos três níveis de governo até o fim do ano. “Seria apenas licença para gastar. Um cheque em branco”. Guedes diz que programas como o BEm, para manutenção de empregos, e o Pronampe, de crédito a micro e pequenas empresas, devem sair em breve com gastos extraordinários mas que serão devidamente compensados.

Assim como o Banco Central, o ministro está otimista de que a nova onda seja menos grave economicamente do que a primeira onda, no ano passado. “A queda será menor e mais curta. A onda da pandemia está mais forte, mas estamos mias experientes. Já temos o protocolos”, disse Guedes. O ministro também garantiu que o imbróglio do Orçamento, que foi aprovado sem ter o suficiente para gastos obrigatórios, será resolvido. 

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