Começam as obras na ponte da Água Limpa – Folha da Região

Começam as obras na ponte da Água Limpa   Folha da Região

Começaram ontem (14) as obras de recuperação da ponte do bairro rural Água Limpa, em Araçatuba, rompida no dia 9 de janeiro. A ponte fica na estrada municipal ART 040 Vincenzo Manarelli e a empresa contratada é a Copel Construções, Indústria e Comércio Ltda., com sede na cidade. O investimento é de R$ 288.082,45, com prazo de 60 dias para conclusão, mas a expectativa da prefeitura é liberar parcialmente o trânsito em menos tempo.

De acordo com o secretário de Obras e Serviços Públicos, Constantino Vourlis, por se tratar de uma APP (Área de Preservação Permanente), a obra não poderia ser iniciada antes da concessão de licenciamento ambiental por parte da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) e outorga do Daee (Departamento de Águas e Energia Elétrica). O trecho recuperado passará a ter uma galeria celular de 4 metros por 4 metros e não mais as três de 1,5 por 2 metros, como anteriormente. A substituição da tubulação no local afetado fornecerá uma vazão de 16 metros quadrados, aumentada em mais de 70%.CHUVASO problema foi causado pelas chuvas no mês de janeiro, quando as tubulações de concreto sob a rodovia não aguentaram a pressão da água e cederam. Parte do barranco também foi levada. Por causa disso, os moradores ficaram isolados no bairro.

Desde então, a opção para quem precisa sair ou chegar ao bairro é usar desvios: um deles que aumenta em 20 quilômetros o percurso e outro por uma estrada de terra. O problema tem gerado prejuízos aos produtores rurais, que precisam escoar o que é plantado no bairro rural. “Ali tem grande fluxo de produtores rurais, que precisam escoar suas produções. Estamos com tempo firme e acredito que a obra não passará por contratempos. Espero poder liberar para os moradores em 40 dias”, afirma o secretário.

Em 2016, os moradores na Água Limpa também ficaram isolados, mas por causa de outra ponte, a da estrada vicinal Nametala Rezek, continuação da avenida da Saudade. O problema durou quase um ano, até que a ponte fosse reconstruída e liberada. Os agricultores tinham que fazer um desvio de aproximadamente 15 quilômetros pela rodovia Elyeser Montenegro Magalhães (SP- 463), que também estava em obras, o que causava mais transtorno.

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