Tóquio, a maior metrópole do planeta, tem quase 40 milhões de pessoas e exemplifica no dia a dia os sete valores olímpicos e paraolímpicos: determinação, amizade, respeito, inspiração, excelência, igualdade e coragem.
A cidade que já enfrentou terremotos, bombardeios e guerra soube se superar e se reconstruir ao longo dos anos. Agora, a capital japonesa enfrenta os desafios de organizar os Jogos Olímpicos em meio a uma pandemia. Por causa da Covid-19, torcedores vindos de outros países não poderão acompanhar os jogos.
O Globo Repórter desta sexta-feira (16) mostrou que Tóquio é uma das cidades mais inovadoras do mundo e que quer ficar marcada por ter sediado os Jogos Olímpicos da sustentabilidade.
Uma supermaquete da capital japonesa busca soluções para uma cidade que não para de crescer. A região de Odaiba, por exemplo, que concentra boa parte das instalações olímpicas, é uma ilha artificial feita de lixo aterrado.
Contratados pelo comitê das Olimpíadas, brasileiros enfrentam a pandemia longe da família, mas com o apoio de conterrâneos. Uma comunidade se formou em Shiohama, bairro de Tóquio que fica em uma ilha artificial e onde foram construídos apartamentos menores e mais baratos.
No Japão, onde reciclar é matéria escolar, eletrônicos descartados se transformaram nos objetos mais cobiçados dos Jogos Olímpicos. As medalhas, inclusive, foram confeccionadas com material reciclado.
O programa também mostrou uma Tóquio diferente, com jeito de vilarejo do interior. A capital japonesa se espalha por 219 ilhas, sendo que 11 são habitadas. Kozushima, conhecida como Ilha dos Deuses, tem menos de dois mil habitantes e apenas um sinal de trânsito.
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