O Radar mostra na edição de VEJA desta semana que o governo Jair Bolsonaro elabora um plano de emergência contra a grave crise hídrica e estima que, em julho, o país pode começar a ter racionamento de água e mais um aumento da fatura de energia. Pois o custo político já começa a aparecer.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, foi às redes sociais há pouco criticar o Operador Nacional do Sistema Elétrico, vinculado ao Ministério de Minas e Energia, pelo que chamou de “política energética sem ideias” e sem planejamento.
O senador, que é de Minas Gerais, escreveu que o ONS “apoderou-se das águas brasileiras para o seu propósito único de geração de energia”, e reclamou publicamente da previsão de secar os reservatórios no sistema de Furnas, no seu Estado, o que seria uma quebra de acordo com a bancada mineira no Congresso.
“Essa política energética sem ideias, que não planeja e não pensa em médio e longo prazo, reduz os níveis de água e sacrifica o abastecimento, o turismo, a navegação, a agropecuária, a piscicultura e o meio ambiente. Sacrifica, sobretudo, milhares de pessoas! A previsão de secar os reservatórios do sistema de Furnas, em Minas Gerais, é inaceitável, ainda mais depois dos acordos feitos com a bancada federal do Estado”, afirmou Pacheco, no Twitter.
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